uma semana (mais ou menos) em tavira

Há uma semana, estava fechada num quarto de hotel — num quarto do Ozadi Tavira Hotel — a enviar os últimos emails, pelo menos um por cada projeto, de forma a conseguir dormir sossegada durante duas semanas. Depois disso, fechei o computador e acordei para sete dias cheiinhos de sol, piscina e praia.

Hoje escrevo-vos de um quarto de hotel — de um quarto do Memmo Baleeira, em Sagres — porque demasiadas ostras ou uma mousse de chocolate traiçoeira me deitaram por terra, porque lá fora estão 20º e muito vento e porque deixei o coração no sotavento algarvio.

algarve

Tenho uma semana para mudar de ideias, mas, neste momento, Cacela Velha é para mim Ler mais…

um fim de semana em londres

Deixar Lisboa numa sexta ao fim do dia e regressar na segunda-feira de manhã, permite-nos desfrutar do destino da viagem de forma mais completa e tranquila. Quando digo que passei um fim de semana em Londres, passei realmente um fim de semana inteiro a calcorrear a cidade. O que, numa cidade desta dimensão, significa que não vi quase nada.

Na realidade, nem tinha ambição de ver. Não tinha ambição de ir a museus, musicais, visitar o sítio a, b ou c. Não tinha planos porque não tive tempo de os fazer — comprámos o imprescindível guia da Lonely Planet numa livraria à beira de Portobello Road — e porque estou cansada e só me apetecia (apetece) não pensar muito em nada. Também é para isto que serve o tempo livre, felizmente.

Mas vamos ao que interessa — Londres.

london

Londres tem o encanto que acredito só voltar a encontrar em Nova Iorque, se um dia a chegar a visitar. É o encanto de aterrar numa cidade, mas Ler mais…

up north: casa das penhas douradas

Passámos Manteigas e subimos, subimos, subimos. Curva após curva, pela noite escura e fria, que o inverno estava quase a aparecer. Chegámos. Abrimos a porta e foi como se toda a Casa das Penhas Douradas nos envolvesse num abraço quente e apertado. E como é bom sentirmo-nos bem recebidos.

A mesa estava já posta, a aguardar a nossa chegada. Com um jantar longo, o calor da lareira a aquecer-nos e o peso dos quilómetros feitos ao fim de um longo dia de trabalho, o sono não tardou a chegar.

casa das penhas douradas

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cento e trinta e oito dias.

Há cento e trinta e oito dias que não escrevo. Que não venho sequer ao blog. Cento e trinta e oito. E agora que escrevo isto, ponho-me a pensar na relatividade do tempo — parece imenso, mas não é assim tanto; não é assim tanto, mas a minha vida mudou quase por completo neste período. Estão a perceber?

Em cento e trinta e oito dias, trabalhei dias e noites, sem descanso e fora da minha zona de conforto. Vi concertos de colegas, de bandas da adolescência, de bandas de sempre. Tatuei o pulso direito, do lado direito. Vi dos melhores e dos piores filmes de sempre no IndieLisboa (foi uma edição de extremos). Percorri o Alentejo através de herdades e provas de vinho (em breve falaremos sobre isto). Visitei amigos em jantares que não se repetem. Assisti ao casamento de uma amiga dos tempos do ISCSP — um casamento indiano! Fui a festivais em trabalho, fui a festivais em lazer (o Primavera Sound não desiludiu, mas nenhum concerto me aqueceu o coração). Quase que mudei de emprego. Regressei à Feira do Livro, menos vezes, mas com mais compras — poupanças! E vi passar a noite de Santo António como um tufão pela minha vida.

a barraca dim sum o prego da peixaria
primavera primavera cantigas do maio

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brunch in lisbon: tartine

O Tartine é uma pastelaria, uma padaria, um restaurante, que habita ali ao lado do Chiado, na Rua Serpa Pinto — e que serve uma pequena delícia com o mesmo nome. O espaço é concorrido, o ambiente acolhedor e o brunch cumpre o seu propósito.

Tartine is a bakery and a restaurant, that lives next to Chiado, at Rua Serpa Pinto — and serves a small delight with the same name. The space is crowded and warm and the brunch fulfills its purpose.

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